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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Qual o melhor carrinho de bebê?

Atualizando o post anterior, vou listar umas dicas que dei para minhas amigas:

O melhor carrinho de bebê



Compre pela internet e mande entregar no hotel. É difícil encontrar as melhores marcas nas lojas.



- Quinny – O preferido das brasileiras


- Bugaboo – O mais vendido nos EUA – Similar Uppa Baby Vista Stroller


- Origami – O mais moderno


- Bob Revolution – O mais robusto (é para corrida)


- Orbit Baby – O carrinho da moda e das celebridades


- City Select – Para família que vai crescer


Se der tempo, compre acessórios para o carrinho:


- Capa de chuva


- Casulo para o frio


- Porta trecos


Normalmente esses itens são caros por aqui ou nem tem pra vender.




terça-feira, 29 de maio de 2012

Viagem com crianças - 2 anos

Acabei de chegar de férias e uma ferramenta que me ajudou muito na viagem foi a leitura de blogs de outras mães.
Então vamos as coisas que deram certo:

  1. Explique para a criança o que vai acontecer.
  2. Leve lanches, brinquedos e outros tipos de entretenimento (adesivos, desenhos para colorir, dvd portátil, ipad com aplicativos infantis). Eu tenho um tapete plástico portátil que é ótimo para ser colocado no chão de restaurantes, aeroportos, quarto de hotel, etc.
  3. Pense sempre  que imprevistos acontecem. O tempo muda, a roupa molha, a fralda vaza, etc. Então pense em coisas que podem acontecer e leve uma muda de roupa para a criança e para você. Leve também um casaco leve porque o ar-condicionado pode estar frio.
  4. Tenha a máquina fotográfica sempre a mão. Os melhores modentos podem acontecer quando nós menos esperamos.
  5. Água. Sempre compre garrafinhas de água ou encha o copo preferido da criança.
  6. Leve dois brinquedos preferidos da criança. É fácil controlar quando são apenas dois, que devem ser pequenos o suficiente para caber na bolsa. E se um for perdido, ainda tem outro.
  7. Leve um brinquedo novo escondido. É ótimo para quando todos os recursos estiverem acabado e (ou) a criança estiver dando birra.
  8. Compre uma manta portátil no aeroporto. Elas esquentam e ocupam pouco espaço. Servem para as mudanças bruscas de temperatura.
  9. Se a criança ainda usa carrinho de bebê, leve sempre a capa de chuva. Ela é ótima para evitar o frio também.
  10. Filtro solar é recomendado todos os dias, mesmo quando estiver frio ou nublado.
  11. Manteiga de cacau ou filtro solar labial ajudam em voos longos, porque a boca fica muito ressecada.
  12. Para marcar assentos, chegue cedo e compre o assento conforto ou marque no fundo do avião, no local onde a fila do meio (normalmente de 4 lugares) muda para 3 lugares. O corredor fica mais espaçoso e é perto do banheiro do meio e do fundo do avião. Ideal para crianças em desfralde.
  13. Outra criança é o melhor entretenimento! Se puder faça amizade.
  14. Deixe a criança gastar bastante energia no aeroporto. Brinque de correr, mostre outros aviões, faça qualquer coisa que gaste energia. Desta forma as chances dela dormir no avião são maiores.
  15. Use alcool gel ou lenços umedecidos para melhorar a aprencia dos pequenos.
Coisas que deram errado:

  1. Dormir pouco na véspera da viagem. O bom humor e a paciência ficam reduzidos.
  2. Protetor de pescoço. O Leo não me deixava quieta o suficiente para usá-lo e algumas aeronaves já tem um encosto de cabeça regulável que subsitituem o Fom.
  3. Mochila guia (aquelas que tem uma corda para você segurar o bebê). Meu filho não se adaptou. Se serviu para ele apertar o dedo na fivela.
  4. Novas comidas. No primeiro dia o meu filho almoçou biscoito. Esqueci que eles demoram para se adaptar.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Ser Mãe

Recebi por e-mail no dia das mães esse texto lindo e resolvi compartilhar.

Nós estávamos sentadas almoçando, quando minha filha casualmente mencionaque ela e seu marido estão pensando em 'começar uma família'.

'Nós estamos fazendo uma pesquisa', ela diz, meio de brincadeira. 'Você acha que eu deveria ter um bebê?'

'Vai mudar a sua vida, ' eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro. 'Eu sei, ' ela diz, 'nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas...'

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar 'E se tivesse sido o MEU filho?' Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer.

Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de 'Mãe!' fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade.

Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald's se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida, não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar pomadinhas num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da  história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

'Você jamais se arrependerá', digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus... que é ser Mãe.”

(Autoria Desconhecida )