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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O melhor carrinho para bebê

Quando eu fiquei grávida, fui em uma loja de artigos para bebês e pedi uma indicação de um carrinho. Pesquisei mais informações na Internet e comprei o Pliko P3 da PegPerego. No começo fiquei feliz porque ele parecia ser bem robusto. Mas ná prática não era nada funcional. Eu preciso das duas mâos para fechar o carrinho e como vou fazer isso com o bebê no colo?
Outro problema: o tamanho. Eu tinha um Peugeot 206 e o carrinho não cabia no porta-mala. Absurdo, né?
Mas já tinha comprado e não foi muito barato, então resolvi me conformar.


Pliko P3

Quando eu comecei a frequentar o cinematerna, comecei a reparar nos carrinhos das outras mães. Muitas usam o Quinny Buzz 3. Fiquei impressionada! O carrinho é muito legal, com uma base muito fácil de transportar. Ele só tem um problema: o preço. Aqui no Brasil, ele custa, aproximadamente, R$ 4.000,00. (http://www.bbtrends.com.br/). Fiquei chocada. No exterior custa U$ 500,00 (http://www.amazon.com/) muito diferrente, né? O link com mais informações é http://www.quinny.com/pt-pt/carrinhos-de-passeio/buzz-3





Quinny Buzz3
Mas o meu verdadeiro sonho de consumo se chama Bugaboo. Quem puder ir aos Estados Unidos e trazer, vale muito a pena! Aqui no Brasil ainda não encontrei um revendedor. O carrinho fecha com o apertar de um botão. O forro pode ser trocado e assim prolongar a utilização ou ser passado de um filho para o outro. O freio do carrinho é na mão e não no pé, como o Pliko P3. Ele é robusto para qualquer tipo de calçada ou terreno. Muito fácil de limpar, levíssimo e o assento solta e pode ser usado como bebê conforto ou cadeirinha de automóvel. Realmente um espetáculo! É o melhor carrinho de bebês que eu conheço. Na BabiesRUs, tem um vídeo de demonstração (http://www.toysrus.com/product/index.jsp?productId=2742351). O preço é justo: U$ 760,00.




Bugaboo
Para trazer de fora, se o bebê estiver junto na viagem, o carrinho é despachado como cortesia. Caso contrário, ele conta como volume. Cada passageiro tem direiro a dois volumes, então não dá para trazer muita coisa. Se fosse hoje, eu com certeza compraria um desses.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Casamento a prova de bebês

Esse livro é OBRIGATÓRIO para quem tem um bebê e quer continuar casado(a)! Didático, necessário, muito útil! Mas não leia antes de ter o bebê :)


Autor: Cockrell, Stacie; Stone, Julia; O'neill, Cathy - Editora: Sextante / Gmt

"A maioria das pessoas sonha encontrar um grande amor, casar e viver feliz para sempre. Para sempre? Bem, pelo menos até a chegada do primeiro filho.

Depois que a criança nasce, muitas vezes o conto de fadas se transforma em filme de terror: você e seu marido quase não conversam mais, a criança não para de chorar, a casa fica uma bagunça, você se sente um lixo e ele reclama da falta de sexo.

Atormentada por sentimentos conflitantes, você se pergunta: como deixamos as coisas chegarem a esse ponto? Acalme-se: você não está sozinha. Ter um bebê é mesmo um grande paradoxo. Esse é o momento mais emocionante de nossas vidas e a maior confusão em que podemos nos meter.

Por não saber como agir em relação ao novo membro da família, homens e mulheres desenvolvem comportamentos completamente diferentes. As críticas ficam mais ácidas, as diferenças se tornam mais evidentes, as cobranças aumentam... e o resultado é que o casamento começa a apresentar os primeiros sinais de desgaste.

Com uma boa dose de humor, as autoras abordam as inevitáveis mudanças pelas quais os relacionamentos passam no início da vida a três – como a diminuição do sexo e o proporcional aumento da intromissão dos sogros – e ensinam como encontrar harmonia em meio a todo esse caos."

A melhor babá

Quando o Léo nasceu eu achei que fosse dar conta de tudo sozinha. Acho que eu estava completamente iludida. Você pode imaginar, eu, sem família, sem amigos e com um marido que viaja muito, tentando criar um bebê sozinha? Foi muita loucura !


Quando o Léo estava com dois meses, minha irmã veio me visitar e disse: "Ou você arruma uma babá ou seu casamento vai acabar!" E foi aí que eu descobri que ela estava com a razão. Eu não queria admitir, mas não dava conta de tudo sozinha.

Admiro as mulheres de antigamente, como a minha mãe, a minha vó e outras mulheres fantásticas que criavam não só um filho, mas vários filhos. E ainda cuidavam da casa, do marido, cozinhavam, se arrumavam, visitavam a família...viviam. Eu estava apenas sobrevivendo!

Então fui buscar ajuda. Mas como encontrar uma babá de confiança? Pedi ajuda para o zelador do prédio. Ele me indicou uma excelente babá, que havia trabalhado no prédio, mas que saiu porque casou e não podia mais dormir fora. Eu a entrevistei e gostei muito dela. É claro que revirei a vida dela antes de qualquer contato com o meu filho. Na época eu tinha uma vantagem, eu ainda estava de licença maternidade e ia passar o tempo todo em casa. E ainda tinha a minha empregada doméstica, de confiança, para ajudar a vigiar.

Assim que ela aprendeu o básico, aconteceu uma coisa incrível: eu tirei uma soneca de duas horas pela manhã. Como o meu humor melhorou! Meu dia ficou infinitamente melhor!

E ela era ótima: discreta, calada, muito limpa, organizada e bastante metódica. Isso era ótimo: ela sempre passava álcool em tudo, arrumava as gavetas do bebê, passava perfeitamente as roupinhas dele, tirava todo o pó dos cachorrinhos de pelúcia, esquentava a água da garrafa térmica para a limpeza do bebê, etc. Eu nem precisava pedir. Era um sonho!



Gilene com o Léo e as menininhas do prédio
Só havia um porém: ela ia embora todos os dias e eu ficava sozinha esperando meu marido. E essa espera era longa, principalmente quando você tem um bebê gritando de cólica e você não sabe o que fazer....

Quando ele chegava, eu estava tão desesperada que a gente mal conversava. Eu tinha que aproveitar cada minuto para coisas básicas como: ir ao banheiro, jantar (engolir), tomar banho (uma ducha), e etc. Quando o bebê finalmente dormia, eu estava tão exauta que dormia junto!

O pobre do marido ficava sozinho, querendo atenção, ou às vezes uma simples companhia para jantar e contar sobre as novidades. Foi uma fase muito difícil para ele.

Então, minha irmã resolveu ajudar e me indicou a babá que tinha, praticamente, criado meus dois sobrinhos. Ela vinha morar comigo e era alguém mais experiente do que eu, sabia bastante sobre bebês. Mas essa é um história a parte, chamada Diana, que vou escrever depois, quando me recuperar do trauma!

E a minha querida babá, que foi simplesmente fantástica, eu indiquei para uma grande amiga, que eu conheci no cinematerna, chamada Luciana.

A propósito: Elas se adoram e a babá se deu muito bem com a Nina, a filha da Lu, que tem um mês a menos que o Léo. Mas fica aqui, os meus agradecimento, a melhor babá que tive: Gilene!

Até mais!