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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Decoração do quarto do bebê

Como toda mãe comecei a planejar a decoração do quarto do bebê.
Meu obstetra disse que eu tinha que terminar tudo até o sétimo mês, porque depois disso a barriga fica pesada e a disposição para "bater perna" acaba.
Li em um dos livros que o mês recomendado para começar é o quarto, porque é comum já saber o sexo do bebê. Na primeira ecografia eu já sabia que seria um menino.
Tranquilamente comentei com umas colegas de trabalho que estava procurando dicas sobre lojas de decoração para montar o quarto do bebê. Como em São Paulo é possível encontrar tudo, fiquei feliz com as dicas que recebi. Partircularmente agradeço a Suzy, minha colega, que me deu as melhores dicas: bons móveis com preços justos.
Basicamente são dois "pólos" de lojas: um na zona leste e outro na zona norte.

  • Na Radial Leste: Av. Alcântara Machado
  • Na Zona Norte:  Av. Zaki Narchi
A dica foi boa porque fui com o meu marido e as lojas são uma do lado da outra. Estacionamos o carro e andamos a manhã inteira. Foi bom porque não tinha que ficar procurando endereços, enfrentando trânsito entre uma loja e outra. Outra coisa legal é poder comparar os preços.

Lá, descobri que eu já estava atrasada com a decoração. Eu já estava no quinto mês e algumas lojas demoravam 60 dias para entregar os móveis. Dei graças a Deus por ter começado cedo, porque quem deixa para última hora tem que se contentar com as peças de mostruário.

Estudando sobre a gravidez

Eu perdi minha mãe em 2003. E não tenho muitas amigas mães para perguntar as coisas.
E por estar longe de casa (Brasília), as coisas ficaram mais difíceis.
Então resolvi pesquisar na Internet. Li tudo que encontrei, mas achei as informações muito superficiais.
No blog de uma garota, não me lembro quem, ela dava uma lista de livros, chamada LEITURA OBRIGATÓRIA, sobre a gravidez.
Comprei a maior parte deles e agradeço a indicação.
Aqui segue a cópia da lista:



1. O Que Esperar Quando Você Está Esperando - Arlene Eisenberg - Editora Record - ISBN: 8501065013 

 

 

 

 


 

 

2.  A Bíblia da Gravidez - Wladimir Correa Taborda - CMS Editora - ISBN: 8586889210 

 

 


3. Sua Gravidez, Semana a Semana - GLADE B. CURTIS & JUDITH SCHULER - Editora: Martins Fontes - ISBN: 8533620373

 

 

 

 

 


4. Manual do Homem para sobreviver a gravidez - MICHAEL R. CRIDER - Editora: Gente - ISBN: 8573125020

Contando sobre a gravidez

Uma vez escutei que não se deve contar sobre a gravidez antes dos três meses de gestação.
Sempre achei bobagem, mas depois que perdi o outro bebê, percebi que tinha uma certa lógica.
É muito chato ter que ficar toda hora explicando "infelizmente perdi o bebê". E é constrangedor para as pessoas que perguntam...
Como os três primeiros meses são realmente de risco, decidimos não contar pra ninguém. Ninguém mesmo, nem mesmo família, melhores amigos e etc. Foi difícil, mas conseguimos!
Assim, quando a barriga já estava querendo aparecer, nós contamos para todo mundo.
Foi legal porque percebi que para a mulher as coisas mudam muito. Parece que todo mundo te trata de um jeito especial, com mais cuidado...
E depois da morte do meu irmão, a gravidez foi uma boa notícia para a minha família.

Procurando um obstetra

Nasci e morei em Brasília até 2007.
Todos os médicos que eu conhecia eram de lá. Sem amigos nem família em Sampa, eu estava sem referências.
Então resolvi ser prática: procurei alguém que atendesse o meu plano de saúde. Além disso, eu estava apaixonada pela maternidade Santa Joana. Quando eu perdi o outro bebê, fui atendida lá e me encantei com o lugar. Então, o médico tenha que ser do meu convênio e atender no Santa Joana. Outro pre-requisito: o consultório tinha que ser perto da minha casa, já que eu teria que ir lá todos meses.
Assim ficou fácil, a pesquisa resultou em 5 médicos. Decidi por aquele que foi mais simpático comigo.
Na primeira consulta, fiquei mais de uma hora conversando com ele. falamos de tudo, até da minha mudança para o novo apartamento.
Depois pesquisei na Internet sobre ele, e descobri que ele é muito recomendado pelas suas pacientes. O nome dele é Dr. Luiz Fernando Pereira Leite. O consultório dele é em frente a maternidade Santa Joana, ao lado da estação de metrô Paraíso.
Adorei minha escolha!

O início tumultuado

Tecnicamente, a gravidez é contada a partir da data da última mestruação, no meu caso, 20 de janeiro. Mas, eu sei o dia de fato que fiquei grávida. Meu marido viaja muito e a gravidez aconteceu no único dia de intervalo entre uma viagem e outra. O dia foi 02 de fevereiro de 2009. Guardei em essa data pelos fatos que aconteceram a seguir.
Meu irmão mais novo, na época com 31 anos recem completados, morreu tragicamente na madrugada do dia 07 de fevereiro, por volta de meia-noite e meia.
Meu marido estava em Montevideo e eu estava sozinha em casa quando recebi a notícia.
Sem saber que estava grávida, vivi um dos momento mais tristes da minha vida.
Viajei sozinha para Brasília e participei do enterro em estado de choque.
 Tomei anti-depressivos (sem saber da gravidez) e graças a Deus isso não prejudicou o bebê.
Fiquei deprimida por um mês, até descobrir, casualmente, que  estava grávida.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Tentando engravidar

Quando o relacionamento ficou sério, meu grande amor me pediu para parar de tomar anticoncepcional.
Ele queria muito ter um filho e nós não queríamos perder tempo.
Meu relógio biológico também começou a dar sinais de alerta.
Em março de 2007 parei de tomar a pílula e em outubro fiquei grávida.
Infelizmente, tive um aborto espontâneo, com dois meses de gravidez.
Ficamos muito abalados, mas não desistimos de tentar.
Após um pequeno recesso voltamos a tentar. Quanto mais queríamos um bebê, mais difícil ficava. Quando finalmente eu desisti, em janeiro de 2009, consegui engravidar.
Descobri várias coisas: eu ovulo no dia errado, apenas 7 dias após a mestruação (o normal são 14 dias); quando a gente relaxa é que a gravidez acontece.

O começo

Minha história começou quando eu reencontrei o grande amor da minha vida.

Nós namoramos na faculdade, em 1990, quando tinhamos 19 anos.
A química era indiscutível, mas o relacionamento não deu certo. Éramos jovens e imaturos demais.
Cada um seguiu seu caminho.
Ele casou com uma garota e após 7 anos pediu a separação.
Eu curti muito a vida, aproveitei bastante. Casei com 30 anos, com um cara muito mais velho que eu. Fiquei apenas 2 anos casada.
Nenhum de nós teve filhos.
Quando ambos estavam separados, por intermédio de um amigo em comum, nos reencontramos em 2006 em São Paulo. Desde esse dia nunca mais nos separamos.
Dessa vez foi diferente. Descobrimos muita coisa em comum. E a química continua a mesma.